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Largo do Beco

O mundo num beco. A rádio num coreto. A cultura num blogue.

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12
Fev18

MEO Music será descontinuado


Bruno Fernandes

Direitos reservados

 

É o fim do serviço de streaming português. O serviço MEO Music vai ser descontinuado a 28 de fevereiro, anunciou a empresa de comunicações. 

Numa mensagem que está a ser enviada aos clientes, a operadora detida pela Altice refere que o serviço vai ser descontinuado, remetendo para uma página no seu sítio de internet.

Por sua vez, a página não tem muitas informações. "A partir de 28.02.2018, o serviço de streaming MEO Music será descontinuado, deixando de estar disponível para utilização", refere. 

A promessa é a de que os atuais utilizadores do MEO Music tenham acesso a "um conjunto de serviços", sendo que a adesão só estará disponível a partir do dia 26 de fevereiro. 

Vários rumores na internet indicam que esta alteração pode ser o renaming do serviço, de forma a incluir Altice no nome. Aliás, está disponível o serviço "Altice Music" mas apenas para os clientes da operadora na República Dominicana. Entretanto, a empresa, através da sua participada "NEXT Luxembourg", já registou vários domínios como "alticego.pt", "alticecloud.pt" ou "alticekanal.pt", bem como o domínio "alticemusic.pt", o que leva a crer que a alteração dos nomes dos vários serviços MEO estará para breve. 

Desenvolvido pela empresa portunguesa NMusic, o MEO Music era um serviço de streaming, semelhante ao Spotify ou ao Apple Music, disponível para PC e smartphones e que permitia a criação de playlists pelos utilizadores e escuta de música sem publicidade. Ao todo, o catálogo continha 30 milhões de música e mais de 1 milhão de videoclips. O serviço também permitia o download de dez músicas por mês em formato MP3. 

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07
Fev18

Rádio Alfa sem festa anual


Bruno Fernandes

Le Parisien/Direitos reservados

 

Pela primeira vez, ao fim de 29 anos, a Rádio Alfa, rádio portuguesa em França, não organizará a sua festa anual em junho.

Armando Lopes, presidente da Alfa, num comunicado publicado no Facebook, revela "tristeza" após "29 anos de festas anuais consecutivas que se transformaram ao longo dos tempos num acontecimento de referência das culturas portuguesa e lusófonas em França e na Europa" e agradece as "mensagens" e a "ajuda" nesta altura diíficil.

A decisão prende-se com a "conjuntura atual" da rádio.

"Durante todos estes anos, a Rádio Alfa apresentou ao vivo à Comunidade Portuguesa de França o que de melhor se produzia em Portugal e noutros países lusófonos. Mas fez mais do que isso: reuniu emigrantes e lusodescendentes em convívios extraordinários, ajudou a reforçar os laços entre todos e, num só dia, chegou várias vezes a reunir mais de 20 000 pessoas num ambiente emocionante de alegria e de grande fraternidade.", refere Armando Lopes.

A Rádio Alfa é a única rádio portuguesa na região parisiense, tendo comemorado, em 2017, 30 anos de emissões. Emite 24 horas por dia praticamente em português. Todas as semanas, mais de 450 mil ouvintes escutam a Alfa. A Festa da Rádio Alfa era descrita pelos media locais como "o principal ponto de encontro da comunidade".

Comunicado na íntegra

 

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26
Jan18

RTP: Nuno Artur Silva sai da administração


Bruno Fernandes

RTP

 

O Conselho Geral Independente (CGI) da RTP anunciou a recondução de Gonçalo Reis como presidente do Conselho de Administração. Em comunicado, o CGI anunciou também a saída de Nuno Artur Silva e Cristina Vaz como administradores. Gonçalo Reis tem agora que apresentar um novo Projeto Estratégico para a estação para o próximo triénio 2018-2020, sendo que a atual administração termina o mandato já no próximo mês de fevereiro.

Nuno Artur Silva tinha a área dos conteúdos a seu cargo enquanto que Cristina Vaz tinha a área financeira.

Participação nas PF é a causa da saída

Nuno Artur Silva mantinha uma participação nas Produções Fictícias (PF), proprietária do Canal Q. Aquando o assumir de funções por parte de Nuno Artur Silva, este comprometeu-se a vender a sua participação nas PF, algo que não aconteceu. Segundo o Expresso, citando o GCI, manteve-se a "irresolução do conflito de interesses entre a sua posição na empresa e os seus interesses patrimoniais privados", apesar de o GCI "não ter verificado que isso tenha sido lesivo da empresa, no decurso do seu mandato".

Cristina Vaz é destacada pelo CGI como tendo um papel numa "gestão empresarial eficiente, que se saldou pelo equilíbrio das contas e pela estabilização financeira, ao longo dos três anos de mandato".

Já se falam em nomes para suceder a Artur Silva

A N-TV, durante a noite desta quinta-feira, começou a avançar com nomes para suceder Nuno Artur Silva no pelouro dos conteúdos. A reportagem refere que são nomes "que se ouvem nos corredores" mas não deixam de ser nomes "em cima da mesa".

Um dos trabalhadores da estação pública referiu à revista digital que "a RTP é uma empresa muito rica em recursos humanos e gente de grande qualidade e com enorme experiência, que pode vir a ocupar as funções, sem cedências a outro tipo de interesses que não os do serviço público", sendo que a mesma fonte avança que Rui Pêgo "pela sua história na empresa e pelo conhecimento que tem do meio, seria uma belíssima escolha". Já outra fonte anónima refere Joaquim Vieira, presidente do Observatório de Imprensa e colaborador da empresa. "É um homem da comunicação, com uma dimensão cultural vasta, que pela sua idade [tem 67 anos] poderia ser uma mais-valia para a empresa", refere. Pedro Norton, atual administrador executivo da Fundação Gulbenkian, é também falado: "é um gestor cuidadoso e que teve um papel importante numa fase muito difícil da SIC", refere um dos profissionais da estação.

Outro nome em cima da mesa é o de Nuno Santos e que a reportagem refere ser o "mais falado". O profissional foi diretor de programas e, mais tarde, de informação do canal público. "O Nuno é talvez o profissional mais completo do mercado português. E os últimos anos fora do país, na África do Sul e em Espanha, deram-lhe uma maior dimensão de negócio", referiu um elemento do departamento de programação. Um jornalista da estação pública acrescentou que Santos "tem pensamento estratégico, sabe o que é o serviço público, conhece o mercado nacional e internacional, e é sobretudo um homem que mobiliza, que entusiasma".

Apesar deste nomes se ouvirem nos corredores, há ainda a possibilidade de Gonçalo Reis chamar a si o pelouro dos conteúdos ou, por uma questão de "paridade", o pelouro ser entregue a uma mulher.

A reportagem refere que todas as fontes pediram anonimato.

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24
Jan18

Ministério Público abre inquérito à SIC por desobediência


Bruno Fernandes

SIC/Warner Bros Portugal/Divulgação

 

SuperNanny, a nova aposta da SIC para os serões de domingo, continua a criar polémica, tendo já chegado à justiça.

Sabe-se agora que o Ministério Público (MP) estará a investigar "factos suscetíveis de integrarem o crime de desobediência" num inquérito que surge depois da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Loures ter enviado um pedido à estação de televisão para retirar, em 48 horas, as imagens do primeiro episódio disponíveis nas mais diversas plataformas. Segundo o pedido, está em causa a exposição da vida privada da criança de sete anos, tema do primeiro episódio.

A SIC não cumpriu. Bem pelo contrário.

Alegando que a medida da CPCJ "carece de de legitimidade legal" e que recolheu as autorizações necessárias para a emissão do programa, a estação acabou por adicionar mais conteúdos relacionados com o programa no site oficial da estação.

Ao jornal Público, a Procuradoria-Geral da República referiu que estava em curso "um trabalho de recolha de elementos com vista a decidir quais os procedimentos a desencadear no âmbito das competências do Ministério Público", estando este órgão "a analisar todas as possibilidades legais de intervenção".

Programa perdeu patrocínio

Entretanto, na emissão de domingo passado, o programa foi para o ar sem patrocínio. A Corine de Farme retirou a sua associação ao programa. Sara McLeod, gestora de comunicação da marca comercializada pelos laboratórios Sarbec Portugal, referiu à revista Visão que "tumulto social" do programa "não é compatível nem com a imagem da nossa empresa, nem com os nossos objetivos comerciais".

No início desta semana, McLeod confirmava à Meios & Publicidade que "já não iríamos patrocinar mais nenhum episódio deste programa".

SuperNanny é um formato produzido no nosso país pela Warner Bros Portugal. Surgiu em Inglaterra em 2004 tendo sido adaptado em mais de quinze países. Em Portugal, o cargo de "supernanny" é ocupado pela psicóloga Teresa Paula Marques.

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